Texto Resumido da Referência:
MANGINI, P. R.; SILVA, J. C. R. Medicina da conservação: aspectos gerais. In: CUBAS, Z. S. C.; SILVA, J. C. R.; CATÃO-DIAS, J. L. Tratado de animais selvagens: medicina veterinária. São Paulo: Roca, 2006.
A Medicina da Conservação constitui uma nova ciência, voltada para enfrentar a ameaça crescente que agentes etiológicos, dos mais diversos tipos, afligem sobre a riqueza biológica do planeta. Caracterizada principalmente por dois componentes básicos: pesquisa e ação; essa ciência opera fundamentalmente composta por equipes profissionais multidisciplinares, capazes de transpor limites clássicos das suas profissões. Nesse capítulo serão abordados temas conceituais, históricos e metodológicos referentes a essa nova ciência.
É considerada como uma ciência essencialmente "transdiciplinar", foi sugerida e denominada pela primeira vez em 1996 por Koch3 que mencionou o estudo dos contextos ecológicos inter-relacionados à saúde, sendo assim superficial tratá-la apenas como um tema. Entretanto, devido principalmente ao fato de tratar-se uma ciência recente e, portanto ainda em formação, sofre atualmente pela carência de profissionais dispostos e habilitados a transpor alguns conceitos inerentes às suas disciplinas originais. Adicionalmente, a premente necessidade de definir e corroborar alguns conceitos particulares dessa ciência, por vezes faz parecer que a Medicina da Conservação trata-se de apenas mais uma disciplina, a qual Médicos Veterinários podem ou devem atuar. Entretanto, seria mais preciso considerar a Medicina de Animais Selvagens e todas as suas áreas de proficiência, e particularidades específicas, como disciplinas que contribuem na construção dessa nova ciência. Dessa forma, como definição a "Medicina da Conservação é a ciência para crise da saúde ambiental e a conseqüente perda da diversidade biológica, desenvolvida por meio de transdisciplinaridade na execução de pesquisas, ações de manejo e políticas públicas ambientais voltadas à manutenção da saúde de todas as comunidades biológicas e seus ecossistemas".
Finalmente, deve-se considerar que atuar em Medicina da Conservação é trabalhar para manter a diversidade biológica e conseqüentemente a qualidade de vida para pessoas, espécies domésticas e selvagens, sobretudo com intenção de manter em um Ambiente Saudável a plena saúde ecológica.
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OBJETIVOS E CONCEITOS FUNDAMENTAIS À PRÁTICA DA MEDICINA DA CONSERVAÇÃO
Nessa seção serão apresentados e discutidos alguns objetivos e conceitos fundamentais da Medicina da Conservação, necessários não apenas a prática de pesquisa e elaboração de metodologias de estudo, mas ao entendimento das causalidades associadas ao surgimento de enfermidades em populações de vida livre.
Saúde Ambiental
O objetivo principal da Medicina da Conservação é promover a saúde dos ecossistemas e seus componentes,10 o que pode ser denominado como Saúde Ambiental, a qual não pode ser interpretada como algo estático, mas sim como um estado de constantes alterações auto-reguladas, o que significa que os padrões de surgimento de enfermidades e seus efeitos sobre a saúde humana, animal e vegetal também permanecem dinâmicos e dependentes entre si.
Inter-Relação Entre Espécies, Ecossistemas e Saúde Ambiental. Originalmente a Medicina da Conservação se praticou a partir da conexão entre saúde humana, saúde animal e saúde do ecossistema (Fig. 1), avaliando por um lado as múltiplas interações entre patógenos e doenças e, por outro lado, entre espécies e ecossistemas.9 Contudo, considerando as inter-relações e a complexidade dos processos que ordenam os ambientes na Terra, pode-se conceituar que a Saúde Ambiental é dependente da conjunção da Saúde Humana, Saúde Animal e Saúde Vegetal, o que garante a Saúde de todo o Ecossistema (Fig. 2).
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Ainda que justificadamente antropocêntrica essa visão estabelece um equilíbrio mais apropriado entre os principais componentes bióticos dos ecossistemas. A justificativa para posicionar a saúde humana também como responsável pela manutenção da saúde ambiental e um círculo específico, separado da saúde animal, está baseada na necessidade de enfatizar a sociedade humana como precursora das alterações, as quais afetam os demais componentes dos ecossistemas e seu próprio estado de saúde. Deve-se também considerar que qualquer alteração positiva ou negativa à saúde ambiental será, preponderantemente, dependente das mudanças de atitude desta mesma sociedade humana.
Baseando-se nos três principais componentes que formam a Saúde Ambiental, por meio de um Ecossistema Saudável, a Medicina da Conservação pode ser implementada a partir de qualquer um desses três campos fundamentais, ou na interseção entre eles. Contudo, os esforços em pesquisa e manejo nas diferentes esferas da saúde ambiental são mais efetivos quando esses se transpõem com o intuito de investigar ameaças e promover a saúde de todo o ecossistema.
Transdisciplinaridade
Tabor9 defende que mais do que interdisciplinar, a Medicina da Conservação, deve ser considerada transdisciplinar, pois necessita da integração e da transposição de conhecimentos de diferentes disciplinas, pois requer a atuação conjunta de
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profissionais de diversas áreas, abordando os complexos aspectos da interseção entre saúde e ambiente.
Parte dos conceitos sobre essa nova ciência foi elaborada no meio acadêmico Norte-Americano, ou senão fortemente influenciado por esse ambiente. A estrutura de formação profissional naquele país difere em grande parte da estrutura adotada pelo Brasil, principalmente pelo nível de especialização adotado pelas Universidades Norte-Americanas, onde existem tradicionalmente profissões como epidemiologistas e fisiologistas, funções que no Brasil são áreas de atuação inclusas em outras profissões. Pode-se inferir, sem conjecturas mais aprofundadas sobre a filosofia de ensino que gera os diferentes modelos, que tal grau de especialização, acrescido do acesso a modernas ferramentas de trabalho, confere maior habilidade ao especialista em analisar e superar problemas específicos restritos as suas áreas de conhecimento. Contudo, os problemas ambientais são gerados por multiplicidade de fatores o que deixa o profissional especialista em desvantagem. Certamente a formação acadêmica, extremamente direcionada, dificulta a tarefa de transpor os conceitos básicos das disciplinas, sendo provavelmente uma tarefa mais árdua, para os especialistas do que para profissionais formados em uma estrutura menos especializada, como a vigente no Brasil e outros países latinos. Dessa forma, atingir capacidade de transdisciplinaridade parece ser uma tarefa mais acessível aos profissionais brasileiros.
Algumas áreas de conhecimento podem ser selecionadas como prioritárias ao desenvolvimento da Medicina da Conservação. Podem ser citadas disciplinas como: a) ecologia; b) zoologia; c) etologia; d) botânica; e) fisiologia; f) genética; g) imunologia; h) microbiologia; i) patologia animal; j) fitopatologia; k) patologia humana; l) epidemiologia; m) parasitologia; n) toxicologia; o) saúde pública; p) geografia; q) antropologia e r) sociologia como fundamentais para compreender como se estabelecem e sustentam as enfermidades em determinados ecossistemas. Entretanto, o rol de disciplinas acima citado não exclui outras áreas de conhecimento que possam contemplar aspectos de saúde.
Contudo, para estabelecer a transdisciplinaridade, o conhecimento profundo de mais de uma dessas disciplinas é fundamental para a formação de profissionais habilitados em Medicina da Conservação. O conhecimento das idéias que fundamentam cada disciplina é necessário para que equipes compostas por profissionais de diferentes áreas consigam dialogar entre si, o que constituiria uma equipe multidisciplinar. Entretanto, os problemas complexos que se apresentam quando um patógeno invasor se estabelece em um novo ecossistema transcendem os conhecimentos da patologia, imunologia ou da epidemiologia, por exemplo. Fato que demonstra claramente que aspectos de etologia e ecologia animal, ou sociologia e
4 5 . saúde pública, por exemplo, precisam ser esclarecidos frente ao novo agente patogênico e as inter-relações ambientais que esse estabelece, e para tanto os conceitos de uma disciplina precisam ser inseridos e integrados em outra.
Nesse contexto muitos médicos veterinários conservacionistas possuem habilitação profissional em uma ou mais dessas disciplinas, o que em parte justifica a identificação desses profissionais com essa ciência. Fato referenciado também por Tabor.9 No Brasil, muitos dos profissionais atuantes na medicina da conservação tiveram formação prática em zoológicos, criadouros de animais selvagens, unidades de conservação, universidades e ONGs de pesquisa. A inclusão da diversidade de idéias e padrões de atividades desses profissionais, aliada a especificidade dessas disciplinas integram este novo modelo para o estudo da associação entre saúde e diversidade biológica.
Parâmetros para um Ambiente Saudável
A definição de saúde individual pode ser controversa, e frente a essa situação definir um "ecossistema saudável", com clareza, pode ser desaconselhável. Contudo, alguns parâmetros foram definidos como indicativos dessa condição, sendo por definição um ecossistema saudável aquele estável e sustentável, capaz de manter sua organização e autonomia e resistência ao estresse através de tempo.19,20 Assim, a alta prevalência de doenças em seus componentes é um dos pontos chaves para indicar o estado de saúde dos ecossistemas. Por sua vez um ecossistema doente faz com que seja aumentado o risco de saúde dos seus componentes. Outras características gerais podem ser observadas como:
a) retroalimentação positiva aos agentes estressantes, com rápida recuperação;
b) máxima diversidade em espécies nativas, ocupando todos os níveis tróficos e nichos ecológicos
c) taxas de reprodução sustentáveis; e d) diversidade genética.
MANGINI, P. R.; SILVA, J. C. R. Medicina da conservação: aspectos gerais. In: CUBAS, Z. S. C.; SILVA, J. C. R.; CATÃO-DIAS, J. L. Tratado de animais selvagens: medicina veterinária. São Paulo: Roca, 2006.
A Medicina da Conservação constitui uma nova ciência, voltada para enfrentar a ameaça crescente que agentes etiológicos, dos mais diversos tipos, afligem sobre a riqueza biológica do planeta. Caracterizada principalmente por dois componentes básicos: pesquisa e ação; essa ciência opera fundamentalmente composta por equipes profissionais multidisciplinares, capazes de transpor limites clássicos das suas profissões. Nesse capítulo serão abordados temas conceituais, históricos e metodológicos referentes a essa nova ciência.
É considerada como uma ciência essencialmente "transdiciplinar", foi sugerida e denominada pela primeira vez em 1996 por Koch3 que mencionou o estudo dos contextos ecológicos inter-relacionados à saúde, sendo assim superficial tratá-la apenas como um tema. Entretanto, devido principalmente ao fato de tratar-se uma ciência recente e, portanto ainda em formação, sofre atualmente pela carência de profissionais dispostos e habilitados a transpor alguns conceitos inerentes às suas disciplinas originais. Adicionalmente, a premente necessidade de definir e corroborar alguns conceitos particulares dessa ciência, por vezes faz parecer que a Medicina da Conservação trata-se de apenas mais uma disciplina, a qual Médicos Veterinários podem ou devem atuar. Entretanto, seria mais preciso considerar a Medicina de Animais Selvagens e todas as suas áreas de proficiência, e particularidades específicas, como disciplinas que contribuem na construção dessa nova ciência. Dessa forma, como definição a "Medicina da Conservação é a ciência para crise da saúde ambiental e a conseqüente perda da diversidade biológica, desenvolvida por meio de transdisciplinaridade na execução de pesquisas, ações de manejo e políticas públicas ambientais voltadas à manutenção da saúde de todas as comunidades biológicas e seus ecossistemas".
Finalmente, deve-se considerar que atuar em Medicina da Conservação é trabalhar para manter a diversidade biológica e conseqüentemente a qualidade de vida para pessoas, espécies domésticas e selvagens, sobretudo com intenção de manter em um Ambiente Saudável a plena saúde ecológica.
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OBJETIVOS E CONCEITOS FUNDAMENTAIS À PRÁTICA DA MEDICINA DA CONSERVAÇÃO
Nessa seção serão apresentados e discutidos alguns objetivos e conceitos fundamentais da Medicina da Conservação, necessários não apenas a prática de pesquisa e elaboração de metodologias de estudo, mas ao entendimento das causalidades associadas ao surgimento de enfermidades em populações de vida livre.
Saúde Ambiental
O objetivo principal da Medicina da Conservação é promover a saúde dos ecossistemas e seus componentes,10 o que pode ser denominado como Saúde Ambiental, a qual não pode ser interpretada como algo estático, mas sim como um estado de constantes alterações auto-reguladas, o que significa que os padrões de surgimento de enfermidades e seus efeitos sobre a saúde humana, animal e vegetal também permanecem dinâmicos e dependentes entre si.
Inter-Relação Entre Espécies, Ecossistemas e Saúde Ambiental. Originalmente a Medicina da Conservação se praticou a partir da conexão entre saúde humana, saúde animal e saúde do ecossistema (Fig. 1), avaliando por um lado as múltiplas interações entre patógenos e doenças e, por outro lado, entre espécies e ecossistemas.9 Contudo, considerando as inter-relações e a complexidade dos processos que ordenam os ambientes na Terra, pode-se conceituar que a Saúde Ambiental é dependente da conjunção da Saúde Humana, Saúde Animal e Saúde Vegetal, o que garante a Saúde de todo o Ecossistema (Fig. 2).
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Ainda que justificadamente antropocêntrica essa visão estabelece um equilíbrio mais apropriado entre os principais componentes bióticos dos ecossistemas. A justificativa para posicionar a saúde humana também como responsável pela manutenção da saúde ambiental e um círculo específico, separado da saúde animal, está baseada na necessidade de enfatizar a sociedade humana como precursora das alterações, as quais afetam os demais componentes dos ecossistemas e seu próprio estado de saúde. Deve-se também considerar que qualquer alteração positiva ou negativa à saúde ambiental será, preponderantemente, dependente das mudanças de atitude desta mesma sociedade humana.
Baseando-se nos três principais componentes que formam a Saúde Ambiental, por meio de um Ecossistema Saudável, a Medicina da Conservação pode ser implementada a partir de qualquer um desses três campos fundamentais, ou na interseção entre eles. Contudo, os esforços em pesquisa e manejo nas diferentes esferas da saúde ambiental são mais efetivos quando esses se transpõem com o intuito de investigar ameaças e promover a saúde de todo o ecossistema.
Transdisciplinaridade
Tabor9 defende que mais do que interdisciplinar, a Medicina da Conservação, deve ser considerada transdisciplinar, pois necessita da integração e da transposição de conhecimentos de diferentes disciplinas, pois requer a atuação conjunta de
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profissionais de diversas áreas, abordando os complexos aspectos da interseção entre saúde e ambiente.
Parte dos conceitos sobre essa nova ciência foi elaborada no meio acadêmico Norte-Americano, ou senão fortemente influenciado por esse ambiente. A estrutura de formação profissional naquele país difere em grande parte da estrutura adotada pelo Brasil, principalmente pelo nível de especialização adotado pelas Universidades Norte-Americanas, onde existem tradicionalmente profissões como epidemiologistas e fisiologistas, funções que no Brasil são áreas de atuação inclusas em outras profissões. Pode-se inferir, sem conjecturas mais aprofundadas sobre a filosofia de ensino que gera os diferentes modelos, que tal grau de especialização, acrescido do acesso a modernas ferramentas de trabalho, confere maior habilidade ao especialista em analisar e superar problemas específicos restritos as suas áreas de conhecimento. Contudo, os problemas ambientais são gerados por multiplicidade de fatores o que deixa o profissional especialista em desvantagem. Certamente a formação acadêmica, extremamente direcionada, dificulta a tarefa de transpor os conceitos básicos das disciplinas, sendo provavelmente uma tarefa mais árdua, para os especialistas do que para profissionais formados em uma estrutura menos especializada, como a vigente no Brasil e outros países latinos. Dessa forma, atingir capacidade de transdisciplinaridade parece ser uma tarefa mais acessível aos profissionais brasileiros.
Algumas áreas de conhecimento podem ser selecionadas como prioritárias ao desenvolvimento da Medicina da Conservação. Podem ser citadas disciplinas como: a) ecologia; b) zoologia; c) etologia; d) botânica; e) fisiologia; f) genética; g) imunologia; h) microbiologia; i) patologia animal; j) fitopatologia; k) patologia humana; l) epidemiologia; m) parasitologia; n) toxicologia; o) saúde pública; p) geografia; q) antropologia e r) sociologia como fundamentais para compreender como se estabelecem e sustentam as enfermidades em determinados ecossistemas. Entretanto, o rol de disciplinas acima citado não exclui outras áreas de conhecimento que possam contemplar aspectos de saúde.
Contudo, para estabelecer a transdisciplinaridade, o conhecimento profundo de mais de uma dessas disciplinas é fundamental para a formação de profissionais habilitados em Medicina da Conservação. O conhecimento das idéias que fundamentam cada disciplina é necessário para que equipes compostas por profissionais de diferentes áreas consigam dialogar entre si, o que constituiria uma equipe multidisciplinar. Entretanto, os problemas complexos que se apresentam quando um patógeno invasor se estabelece em um novo ecossistema transcendem os conhecimentos da patologia, imunologia ou da epidemiologia, por exemplo. Fato que demonstra claramente que aspectos de etologia e ecologia animal, ou sociologia e
4 5 . saúde pública, por exemplo, precisam ser esclarecidos frente ao novo agente patogênico e as inter-relações ambientais que esse estabelece, e para tanto os conceitos de uma disciplina precisam ser inseridos e integrados em outra.
Nesse contexto muitos médicos veterinários conservacionistas possuem habilitação profissional em uma ou mais dessas disciplinas, o que em parte justifica a identificação desses profissionais com essa ciência. Fato referenciado também por Tabor.9 No Brasil, muitos dos profissionais atuantes na medicina da conservação tiveram formação prática em zoológicos, criadouros de animais selvagens, unidades de conservação, universidades e ONGs de pesquisa. A inclusão da diversidade de idéias e padrões de atividades desses profissionais, aliada a especificidade dessas disciplinas integram este novo modelo para o estudo da associação entre saúde e diversidade biológica.
Parâmetros para um Ambiente Saudável
A definição de saúde individual pode ser controversa, e frente a essa situação definir um "ecossistema saudável", com clareza, pode ser desaconselhável. Contudo, alguns parâmetros foram definidos como indicativos dessa condição, sendo por definição um ecossistema saudável aquele estável e sustentável, capaz de manter sua organização e autonomia e resistência ao estresse através de tempo.19,20 Assim, a alta prevalência de doenças em seus componentes é um dos pontos chaves para indicar o estado de saúde dos ecossistemas. Por sua vez um ecossistema doente faz com que seja aumentado o risco de saúde dos seus componentes. Outras características gerais podem ser observadas como:
a) retroalimentação positiva aos agentes estressantes, com rápida recuperação;
b) máxima diversidade em espécies nativas, ocupando todos os níveis tróficos e nichos ecológicos
c) taxas de reprodução sustentáveis; e d) diversidade genética.

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