
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Mensagem de Carinho para Amigo
Carinho é fonte energética. Carinho é caminho de amor.
A afetividade é importante, sim. Pois, como um ser humano ainda imperfeito,ainda aprendiz, pode bastar-se a si mesmo?
Não, amigos, a individualidade, sem dúvida,é direito de cada um de nós.
Mas, em excesso, é egoísmo.
Aprendizagem é sinônimo de troca de experiências,troca de energia,troca de informações, troca de afeto,troca e troca...
Carinho é plumagem bonita,macia, gostosa de sentir.Quem dá afeto se fortifica;quem o recebe se acalma,se tranqüiliza,se equilibra.
Carinho é sinônimo de amor, amigos.
Amor é bálsamo para a nossa condição de criança espiritual.Criança precisa de amor para crescer psicologicamente,afetivamente e fisicamente saudável.
Criança precisa de apoio e de muita troca.
Portanto, também nós precisamos de afeto.Não esqueçam desse detalhe amigos:amor é fonte de energia, é vida, é crescimento.
Dêem e aceitem todo o tipo de afeto com verdadeiro amor...
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Campanha de Natal
Obrigada,
Tereza Cunha
Coordenadora Sala Verde
Professores Elaboram Projetos




Campanha de Sensibilização de Educadores

Trata-se de uma campanha de sensibilização do uso de um material retornável, pois as sacolas comuns de plástico geram impacto negativo à natureza
Reporter: Adilson RosaFonte: Secom/VG
Igor Bastos
Como conscientizar os estudantes a trocar as sacolas plásticas de supermercado por sacolas retornáveis? Essas e outras dúvidas a respeito do polêmico assunto foram discutidos nesta quarta-feira (18) entre diretores, coordenadores pedagógicos e representantes de professores, no auditório do Conselho Municipal de Educação.
Segundo a coordenadora da equipe do Projeto Sala Verde da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, Tereza Gomes da Cunha, trata-se de uma campanha de sensibilização do uso de um material retornável, pois as sacolas comuns de plástico geram impacto negativo à natureza.
“Para se ter uma idéia, do impacto, essas sacolas comuns não são biodegradáveis (que podem ser decompostas no próprio meio-ambiente) e levam de 400 a 500 anos para serem decompostas”, avalia. No entendimento dela, o uso de sacolas retornáveis ainda é incipiente.
Tereza Gomes acredita que, fazendo um trabalho inicial com os educadores, será possível formar novas gerações mais preocupadas com a preservação do meio-ambiente. O trabalho está sendo feito em parceria com uma rede de supermercados que distribuiu algumas sacolas para os participantes.“O problema é que as sacolas retornáveis são vendidas, mas em breve poderão ser distribuídas. Tudo vai depender da postura do comércio em geral”, ressalta.
A professora Eli Maria, da Escola Municipal Doutor Gabriel Muller, da localidade do Capão do Pequi, uma das participantes do encontro, já é usuária de sacolas retornáveis. Trabalhando com crianças de quatro a cinco anos, Eli acredita que essa é a idade ideal para introduzir novos hábitos. “A conscientização desde cedo é fundamental. A educação infantil é a base de tudo”, destaca.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Medicina da Conservação
MANGINI, P. R.; SILVA, J. C. R. Medicina da conservação: aspectos gerais. In: CUBAS, Z. S. C.; SILVA, J. C. R.; CATÃO-DIAS, J. L. Tratado de animais selvagens: medicina veterinária. São Paulo: Roca, 2006.
A Medicina da Conservação constitui uma nova ciência, voltada para enfrentar a ameaça crescente que agentes etiológicos, dos mais diversos tipos, afligem sobre a riqueza biológica do planeta. Caracterizada principalmente por dois componentes básicos: pesquisa e ação; essa ciência opera fundamentalmente composta por equipes profissionais multidisciplinares, capazes de transpor limites clássicos das suas profissões. Nesse capítulo serão abordados temas conceituais, históricos e metodológicos referentes a essa nova ciência.
É considerada como uma ciência essencialmente "transdiciplinar", foi sugerida e denominada pela primeira vez em 1996 por Koch3 que mencionou o estudo dos contextos ecológicos inter-relacionados à saúde, sendo assim superficial tratá-la apenas como um tema. Entretanto, devido principalmente ao fato de tratar-se uma ciência recente e, portanto ainda em formação, sofre atualmente pela carência de profissionais dispostos e habilitados a transpor alguns conceitos inerentes às suas disciplinas originais. Adicionalmente, a premente necessidade de definir e corroborar alguns conceitos particulares dessa ciência, por vezes faz parecer que a Medicina da Conservação trata-se de apenas mais uma disciplina, a qual Médicos Veterinários podem ou devem atuar. Entretanto, seria mais preciso considerar a Medicina de Animais Selvagens e todas as suas áreas de proficiência, e particularidades específicas, como disciplinas que contribuem na construção dessa nova ciência. Dessa forma, como definição a "Medicina da Conservação é a ciência para crise da saúde ambiental e a conseqüente perda da diversidade biológica, desenvolvida por meio de transdisciplinaridade na execução de pesquisas, ações de manejo e políticas públicas ambientais voltadas à manutenção da saúde de todas as comunidades biológicas e seus ecossistemas".
Finalmente, deve-se considerar que atuar em Medicina da Conservação é trabalhar para manter a diversidade biológica e conseqüentemente a qualidade de vida para pessoas, espécies domésticas e selvagens, sobretudo com intenção de manter em um Ambiente Saudável a plena saúde ecológica.
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OBJETIVOS E CONCEITOS FUNDAMENTAIS À PRÁTICA DA MEDICINA DA CONSERVAÇÃO
Nessa seção serão apresentados e discutidos alguns objetivos e conceitos fundamentais da Medicina da Conservação, necessários não apenas a prática de pesquisa e elaboração de metodologias de estudo, mas ao entendimento das causalidades associadas ao surgimento de enfermidades em populações de vida livre.
Saúde Ambiental
O objetivo principal da Medicina da Conservação é promover a saúde dos ecossistemas e seus componentes,10 o que pode ser denominado como Saúde Ambiental, a qual não pode ser interpretada como algo estático, mas sim como um estado de constantes alterações auto-reguladas, o que significa que os padrões de surgimento de enfermidades e seus efeitos sobre a saúde humana, animal e vegetal também permanecem dinâmicos e dependentes entre si.
Inter-Relação Entre Espécies, Ecossistemas e Saúde Ambiental. Originalmente a Medicina da Conservação se praticou a partir da conexão entre saúde humana, saúde animal e saúde do ecossistema (Fig. 1), avaliando por um lado as múltiplas interações entre patógenos e doenças e, por outro lado, entre espécies e ecossistemas.9 Contudo, considerando as inter-relações e a complexidade dos processos que ordenam os ambientes na Terra, pode-se conceituar que a Saúde Ambiental é dependente da conjunção da Saúde Humana, Saúde Animal e Saúde Vegetal, o que garante a Saúde de todo o Ecossistema (Fig. 2).
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Ainda que justificadamente antropocêntrica essa visão estabelece um equilíbrio mais apropriado entre os principais componentes bióticos dos ecossistemas. A justificativa para posicionar a saúde humana também como responsável pela manutenção da saúde ambiental e um círculo específico, separado da saúde animal, está baseada na necessidade de enfatizar a sociedade humana como precursora das alterações, as quais afetam os demais componentes dos ecossistemas e seu próprio estado de saúde. Deve-se também considerar que qualquer alteração positiva ou negativa à saúde ambiental será, preponderantemente, dependente das mudanças de atitude desta mesma sociedade humana.
Baseando-se nos três principais componentes que formam a Saúde Ambiental, por meio de um Ecossistema Saudável, a Medicina da Conservação pode ser implementada a partir de qualquer um desses três campos fundamentais, ou na interseção entre eles. Contudo, os esforços em pesquisa e manejo nas diferentes esferas da saúde ambiental são mais efetivos quando esses se transpõem com o intuito de investigar ameaças e promover a saúde de todo o ecossistema.
Transdisciplinaridade
Tabor9 defende que mais do que interdisciplinar, a Medicina da Conservação, deve ser considerada transdisciplinar, pois necessita da integração e da transposição de conhecimentos de diferentes disciplinas, pois requer a atuação conjunta de
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profissionais de diversas áreas, abordando os complexos aspectos da interseção entre saúde e ambiente.
Parte dos conceitos sobre essa nova ciência foi elaborada no meio acadêmico Norte-Americano, ou senão fortemente influenciado por esse ambiente. A estrutura de formação profissional naquele país difere em grande parte da estrutura adotada pelo Brasil, principalmente pelo nível de especialização adotado pelas Universidades Norte-Americanas, onde existem tradicionalmente profissões como epidemiologistas e fisiologistas, funções que no Brasil são áreas de atuação inclusas em outras profissões. Pode-se inferir, sem conjecturas mais aprofundadas sobre a filosofia de ensino que gera os diferentes modelos, que tal grau de especialização, acrescido do acesso a modernas ferramentas de trabalho, confere maior habilidade ao especialista em analisar e superar problemas específicos restritos as suas áreas de conhecimento. Contudo, os problemas ambientais são gerados por multiplicidade de fatores o que deixa o profissional especialista em desvantagem. Certamente a formação acadêmica, extremamente direcionada, dificulta a tarefa de transpor os conceitos básicos das disciplinas, sendo provavelmente uma tarefa mais árdua, para os especialistas do que para profissionais formados em uma estrutura menos especializada, como a vigente no Brasil e outros países latinos. Dessa forma, atingir capacidade de transdisciplinaridade parece ser uma tarefa mais acessível aos profissionais brasileiros.
Algumas áreas de conhecimento podem ser selecionadas como prioritárias ao desenvolvimento da Medicina da Conservação. Podem ser citadas disciplinas como: a) ecologia; b) zoologia; c) etologia; d) botânica; e) fisiologia; f) genética; g) imunologia; h) microbiologia; i) patologia animal; j) fitopatologia; k) patologia humana; l) epidemiologia; m) parasitologia; n) toxicologia; o) saúde pública; p) geografia; q) antropologia e r) sociologia como fundamentais para compreender como se estabelecem e sustentam as enfermidades em determinados ecossistemas. Entretanto, o rol de disciplinas acima citado não exclui outras áreas de conhecimento que possam contemplar aspectos de saúde.
Contudo, para estabelecer a transdisciplinaridade, o conhecimento profundo de mais de uma dessas disciplinas é fundamental para a formação de profissionais habilitados em Medicina da Conservação. O conhecimento das idéias que fundamentam cada disciplina é necessário para que equipes compostas por profissionais de diferentes áreas consigam dialogar entre si, o que constituiria uma equipe multidisciplinar. Entretanto, os problemas complexos que se apresentam quando um patógeno invasor se estabelece em um novo ecossistema transcendem os conhecimentos da patologia, imunologia ou da epidemiologia, por exemplo. Fato que demonstra claramente que aspectos de etologia e ecologia animal, ou sociologia e
4 5 . saúde pública, por exemplo, precisam ser esclarecidos frente ao novo agente patogênico e as inter-relações ambientais que esse estabelece, e para tanto os conceitos de uma disciplina precisam ser inseridos e integrados em outra.
Nesse contexto muitos médicos veterinários conservacionistas possuem habilitação profissional em uma ou mais dessas disciplinas, o que em parte justifica a identificação desses profissionais com essa ciência. Fato referenciado também por Tabor.9 No Brasil, muitos dos profissionais atuantes na medicina da conservação tiveram formação prática em zoológicos, criadouros de animais selvagens, unidades de conservação, universidades e ONGs de pesquisa. A inclusão da diversidade de idéias e padrões de atividades desses profissionais, aliada a especificidade dessas disciplinas integram este novo modelo para o estudo da associação entre saúde e diversidade biológica.
Parâmetros para um Ambiente Saudável
A definição de saúde individual pode ser controversa, e frente a essa situação definir um "ecossistema saudável", com clareza, pode ser desaconselhável. Contudo, alguns parâmetros foram definidos como indicativos dessa condição, sendo por definição um ecossistema saudável aquele estável e sustentável, capaz de manter sua organização e autonomia e resistência ao estresse através de tempo.19,20 Assim, a alta prevalência de doenças em seus componentes é um dos pontos chaves para indicar o estado de saúde dos ecossistemas. Por sua vez um ecossistema doente faz com que seja aumentado o risco de saúde dos seus componentes. Outras características gerais podem ser observadas como:
a) retroalimentação positiva aos agentes estressantes, com rápida recuperação;
b) máxima diversidade em espécies nativas, ocupando todos os níveis tróficos e nichos ecológicos
c) taxas de reprodução sustentáveis; e d) diversidade genética.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Por quê Fumar!

Auxílio para abandonar o fumo - ADESF Associação de Defesa da Saúde do Fumante!
A melhor maneira de abandonar o cigarro é, acima de tudo, ter motivação para fazê-lo. Boas razões seriam, por exemplo:
- desejo de melhorar a saúde; preocupação com membros da família ou amigos que são vítimas do perigoso vício;
- provar força de vontade e amor próprio.
Determine um dia específico para deixar de fumar. Nesse dia, já ao levantar-se, seja drástico: nem um único cigarro. Será cura dolorosa e difícil, mas de resultados rápidos. - Elimine de seu ambiente todo vestígio de cigarros, ou o que possa trazê-los à lembrança, principalmente cinzeiros. Isso o ajudará psicologicamente a lutar contra o hábito.
Evite amizades e ambientes que favoreçam o desejo de fumar. Visite apenas locais onde o cigarro seja proibido. - Economize dinheiro que seria gasto na compra de cigarros durante um mês. Adquira com esse dinheiro um presente para alguém da família ou amigo, especialmente a pessoa que partilha com você a alegria de abandonar o vício.
- Mantenha-se ocupado quando sentir o desejo de fumar. Faça todas as coisas que deixou de fazer por falta de tempo, como escrever, cuidar do jardim, ler, visitar amigos, viajar ou fazer pequenos consertos em casa.
- Caso fique tenso, respire profundamente e beba grande quantidade de água ou suco de frutas, uma vez que o líquido colabora com a limpeza da nicotina do organismo. Mascar chiclé ou chupar balas também ajuda.
- Pratique qualquer tipo de exercícios, especialmente aeróbicos, sempre com supervisão de profissional e prévia consulta ao médico.
- Reduza de maneira drástica – ou elimine de vez – o consumo de álcool que bebe regularmente. A bebida é, geralmente, a parceira habitual do vício do cigarro e pode despertar o desejo de fumar. É preciso avaliar a conveniência de aceitar convites para reuniões sociais onde sempre haverá alguém que fuma ou bebe.
- Seja duro e crítico com anúncios veiculados na televisão, rádio ou impressos. Analise-os sempre sob a perspectiva do prejuízo que trazem e da atitude insensível das empresas fabricantes de cigarro.
Dicas
Instituições federais/governamentais• MMA - Ministério do Meio Ambiente• FNMA - Fundo Nacional de Meio Ambiente• REBRAF - Instituto Rede Brasileira Agroflorestal • MCT - Ministério de Ciência e Tecnologia• Assessoria Especial para Regionalização das Ações de Ciência e Tecnologia• RHAE - Programa de Capacitação de Recursos Humanos para o Desenvolvimento Tecnológico• CPATU/EMBRAPA - Centro de Pesquisa Agroflorestal da Amazônia/Empresa Brasileira da Amazônia Oriental• Secretaria de Coordenação dos Assuntos da Amazônia Legal • CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico• FUNAI - Fundação Nacional do Índio• IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis / Pró Manejo • SEBRAE - Serviços de Apoio às Micro e Pequenas Empresas• SUDAM - Superintendência para o Desenvolvimento da Amazônia• FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos• Caixa Econômica Federal• BASA - Banco da Amazônia S.A.• Fundação Banco do Brasil• Banco do Brasil• MRE/ABC - Ministério das Relações Exteriores/Agência Brasileira de Cooperação• INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária• Eletronorte• EletrobrasInstituições federais/científicas• UFPA - Universidade Federal do Pará• MPEG - Museu Paraense Emílio Goeldi• UFRA - Universidade Federal Rural da Amazônia• FCAP - Faculdade de Ciências Agrârias do Pará• INPA - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia • FBDS - Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável• CESUPA - Centro Universitário do Pará • CEFET - Centro Federal de Educação Tecnológica do Pará No âmbito interno da UFPA (www.ufpa.br)• NUMA - Núcleo de Meio Ambiente • Centro de Ciências da Saúde • Departamento de Farmácia• Departamento de Geografia • Centro de Ciência Exatas • Departamento de Química • Centro Tecnológico • Departamento de Engenharia Hidráulica e Saneamento • Departamento de Engenharia Mecânica • Departamento de Engenharia Química • Centro de Ciências Jurídicas • Academia Amazônia • Casa de Estudos Germânicos • FADESP - Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa • PIEBT - Programa de Incubação de Empresas de Base TecnológicaInstituições do Governo do Estado do Pará• EMATER - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará• SAGRI - Secretária Executiva de Agricultura• SECTAM - Secretária Executiva de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente• SEDES - Secretaria Extraordinária de Desenvolvimento Social• SESPA - Secretaria Executiva de Saúde• SEDUC - Secretaria Executiva de Educação• SECULT - Secretaria Executiva de Cultura• SEPROD - Secretaria Especial de Produção• Fundação Curro VelhoInstituições estaduais• AL - Assembléia Legislativa do Estado do Pará • FIEPA - Federação das Indústrias do Estado do Pará • FETAGRI - Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Pará Instituições estaduais/científicas• UEPA - Universidade Estadual do ParáInstituições municipais (www.municipiosdopara.com.br)• Prefeitura do Município de Ponta de Pedras • Prefeitura do Município de Mojú • Prefeitura do Município de Abaetetuba • Prefeitura do Município de São Geraldo de Araguaia• Prefeitura do Município de São Sebastião da Boa Vista• Prefeitura do Município de Curralinho• Prefeitura do Município de Tomé Açu• Prefeitura do Município de Acará• Prefeitura do Município de Breu-Branco• Prefeitura do Município de Tucuruí• Prefeitura do Município de Santa BárbaraAssociações e empresas municipais e comunitárias • ASEEFA - Associação Econômica e Ecológica de Frutas da Amazônia• AGROCANP - Associação dos Pequenos Produtores do Grotão dos Caboclos de Novo Paraíso • PRONAMAZON - Produtos Naturais da Amazônia • ASPRADE - Associação dos Produtores Rurais de Praia Grande• COOPFRUT - Cooperativa Agroindustrial Trabalhadores e Produtores Rurais de Igarapé-Miri• COOPED Moju - Cooperativa Mista de Pequenos Produtores Rurais dos Projetos em Execução Descentralizada de Moju• COOPED Curralinho - Cooperativa Mista de Pequenos Produtores Rurais dos Projetos em Execução Descentralizada de Curralinho• Associação Filhos de Zumbi - Itacoã Acará• Cooperativa Agro-extrativista de Ponta de PedrasInstituições não-governamentais locais e nacionais• Amigos da Terra • Sociedade Civil Mamirauá• UNIPOP - Instituto Universidade Popular • IMAZON - Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (www.imazon.org.br)• Instituto Vida - Instituto de Desenvolvimento Agroambiental da Amazônia (www.institutovida.org.br)
Instituições e organizações da Amazônia brasileiraGoverno do Estado do Amapá (www.amapa.gov.br):• OCEAP - Organização das Cooperativas do Amapá• IEPA - Instituto de Estudos e Pesquisa do Amapá• RURAP - Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Amapá• SEFE - Secretaria Executiva de Floresta e Extrativismo • SEATER - Secretaria Executiva de Assistência Técnica e Garantia da ProduçãoGoverno do Estado do Acre (www.ac.gov.br):• Secretaria de Estado de Produção do Acre • FETACRE - Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Acre • PESACRE - Grupo de Pesquisa e Extensão em Sistemas Agroflorestais do Estado do Acre • Conselho Nacional dos Seringueiros do Acre • RECA - Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado• Cooperativa Agroextrativista do Xapuri Governo do Estado de Rondônia (www.rondonia.ro.gov.br):• EMATER Rondônia - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia • APA - Associação de Produtores Alternativos de Rondônia • SEBRAE - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (dos Estados do Amapá, Acre, Rondônia) Empresas locais e nacionais• DaimlerChrysler do Brasil• Companhia Vale do Rio Doce• Volkswagen do Brasil• Nova AMAFRUTAS Instituições e organizações da Bacia Amazônica • Fundación Tierra (Equador) • Fundación Pro Naturaleza (Equador) • CEPAI - Centro Educativo para la Autogestión Indígena (Venezuela) • Fundación Sinchi Sacha (Equador) • Fundación Ecociencia• Instituto Alexander-von-Humboldt (Colômbia) • IIAP - Instituto de Investigación de la Amazonia PeruanaInstituições científicas da Bacia Amazônica• UNAMAZ - Associação de Universidades Amazônicas • Universidad de los Andes (Colômbia)• Universidad Autónoma de México )Instituições governamentais internacionais• BIRD - Banco Mundial • EC - Comissão Européia • UNF - United Nations Foundation • UNCTAD - United Nations Conference of Trade and Development/Initiative Biotrade • PNUD - United Nations Development Programme • TCA - Tratado de Cooperação Amazônica• NOVIB - Agência Holandesa de Cooperação para o Desenvolvimento • JICA - Japan Internacional Cooperation Agency • BMZ - Bundesministerium für Wirtschaftliche Zusammenarbeit • DEG - Deutsche Investitions- und Entwicklungsgesellschaft • UICN - União Internacional para a Conservação da NaturezaInstituições não-governamentais internacionais • WWF - World Wildlife Fund • CDG/ASA - Carl-Duisberg-Gesellschaft/Programm ASA • Ludwig-Bölkow-Stiftung • Heinrich-Böll-Stiftung • Indian Management Institute • JBN - Japan Brazil Network • Ford Foundation• Fundação Interamericana • Euronature - European Natural Foundation • Forest Renewal • Sierra Club International • INBIO (Costa Rica) • União Nacional de Camponeses (Moçambique) • International Marketing StrategiesInstituições científicas internacionais• Freie Universität Berlin• Universität Hohenheim • Universität Kassel • École des Hautes Études en Sciences Sociales • International Center of Research in Agroforestry (Kenia) • World Resources Institute Empresas Internacionais• DaimlerChrysler AG
© Poema 2007 - Todos os Direitos Reservados
Convênio Agrinho 2009


Equipe Sala Verde Eco Educação VG
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Horta Amiga Escolar
19 espécies de Hortaliças
COENTRO - 09
ALFACE - 12
BERINJELA- 03
PIMENTÃO - 02
SALSA- 06
ABOBORA-04
PEPINO-06
JILO-06
CENOURA-10
QUIABO-04
RUCULA-03
ALMEIRÃO-04
BETERRABA-03
MELANCIA-01
TOMATE-01
RABANETE-01
FEIJÃO-04
COUVE-01
CEBOLINHA-01
Horta Orgânica
VAMOS FAZER HÚMUS DE MINHOCA?
É muito fácil fazer adubo orgânico com a ajuda das minhocas.
Mantenha a caixa na sombra e protegida da chuva. Reponha mais água, sempre que necessário e observe as minhocas trabalharem. Lembre-se de lavar bem suas mãos sempre que lidar com composteira.
O húmus estará pronto quando você não conseguir identificar mais as diferentes camadas que foram colocadas na caixa. O adubo assim produzido é conhecido como húmus de minhoca ou vermicomposto e é ótimo para as plantas caseiras e para a horta também.
1. Arranje uma caixa grande e forre com plástico, lembre-se de fazer uns furinhos no fundo para não acumular água;
2. Coloque uma camada de terra (2 centímetros) no fundo da caixa;
3. Adicione restos vegetais picados (cascas de legumes, restos de verduras ou grama verde recém -cortada, por exemplo), formando uma camada de mais 2 centímetros;
4. Coloque uma camada de 2 centímetros de esterco seco de boi, de galinha ou coelho (use sempre luvas de plástico para lidar com o esterco);
5. Cubra com uma camada de terra de mais 2 centímetros;
6. Repita os passos 3, 4 e 5 antes de encher a caixa;
7. Regue com um pouco de água, de modo que fique tudo bem amido. Mas não deixe encharcar;
8. Coloque duas ou mais minhocas (você pode encontrá-las na terra em locais mais úmidos e frescos do jardim);
9. Cubra tudo com um pouco de palha seca (restos de grama), para manter a umidade e ficar bem fresquinho.
Lembrete: procure utilizar apenas adubo orgânico em sua horta, ela garante a vida mais saudável
Sala Verde Eco Educação VG
Rua Paraná Nº 470, Bairro Nova Várzea Grande
Blog http://salaverdeflordeype.blogspot.com Tele/ Fax (65) 3688- 3123 Email salaverdevg1@gmail.com
De volta ao Passado
UTILIZAÇÃO DE SACOLAS PLÁSTICAS EM SUPERMERCADOS.
ADRIANO TODOROVIC FABRO1, CHRISTIAN LINDEMANN2,
SAON CRISPIM VIEIRA1.
Graduação em Engenharia Mecatrônica – Faculdade de Engenharia Mecânica/ UNICAMP1
Pós-graduação em Biologia – Instituto de Biologia/ U
São Francisco (Estados Unidos) e Rio de Janeiro (Brasil) buscam soluções para esse dilema, embora
ainda não obtivessem sucesso. Alternativas usadas em cidades alemãs, onde os sacos plásticos são
cobrados diretamente dos consumidores, dando-lhes a opção de uso, acabam por reduzir o problema e
possibilitar uma consciência ambiental aos cidadãos. O presente trabalho teve por objetivos a
realização de um levantamento do perfil do problema da utilização de sacolas plásticas e proposição de
possíveis soluções, utilizando-se para tal de uma pesquisa de campo-opinião em supermercados que
adotam ou não a iniciativa. Consideramos praticamente impossível uma mudança imediata do cenário
atual sem uma intervenção estatal direta, acompanhada de medidas educacionais e culturais visando a
conscientização a longo prazo.
A Sala Verde realiza parceria com Empresas de Setores diversos localizadas no Municipio de Várzea Grande como um chamado para a responsabilidade social e ambiental das mesmas. A Parceria está sendo desenvolvida, no sentido de que, cada empresa invista na confecção de sacolas ecológicas retornáveis personalizada com sua logomarca. As sacolas serão doadas em uma campanha de sensibilização de populares contribuindo assim, com a redução das sacolas plásticas de supermercados. É possível com um simples ato de levar consigo uma sacola de mercardo " De volta ao passado " para trazer benefícios ao ambiente- saúde-qualidade de vida.
Profª. Tereza Cunha
Coordenadora da Sala Verde
Ler é Preciso
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Dicas de plantio de mudas de árvores

Jornal Estado de S.Paulo - 03/03/2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Atividades da Sala Verde
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Um Rio!
O Martim-pescador do Rio Xerém
Wagner Marques Lopes
O nosso Martim vivia
nas barrancas do Xerém.
Pescava o dia inteirinho,
a cuidar de sua cria,
que o esperava lá no ninho.
Eram tempos de fartura,
com peixes de qualidade.
Ele acordava com o dia...
Quando o sol ganhava altura,
um cesto bom ele enchia.
De certa feita, porém,
após fazer uns mergulhos,
Martim notou algo estranho
nas correntes do Xerém.
“-Que água turva que apanho!...”.
Mergulhava e nada via...
Nem mesmo sombra de peixe!...
Tudo era escuro demais!
Foi assim, dia após dia...
“- Peixe que é bom, nunca mais!”.
O rio bem poluído!...
A mortandade dos peixes!
Martim ficou bem tristonho...
Tudo estaria perdido?
Chegara ao fim um bom sonho?
O Martim- pescador do Rio Xerém
Eram peixões e peixinhos
descendo o rio, boiando...
E Martim falou com brio:
“- Que vale o choro?!... Sozinho,
não mudo a água do rio!...
Seguindo o rio, a montante,
Martim-pescador descobre
a razão de seu sofrer:
uma usina, a todo instante,
faz descargas a valer.
Dela saem poluentes
que tombam num ribeirão...
E conclui, com desconforto:
“- Contaminam afluentes...
O Xerém tem peixe morto!”
Ante um crime tão patente,
decide ir à usina.
Mostra o samburá vazio,
ao falar com o presidente:
“- Não há mais peixe no rio!...”.
Adeus à poluição!
A usina instalou os filtros.
E Martim, com seu menino,
volta a pescar de montão
num Xerém bem cristalino!


























