segunda-feira, 31 de agosto de 2009

De volta ao Passado

Revista Ciências do Ambiente On-Line Fevereiro, 2007

UTILIZAÇÃO DE SACOLAS PLÁSTICAS EM SUPERMERCADOS.
ADRIANO TODOROVIC FABRO1, CHRISTIAN LINDEMANN2,
SAON CRISPIM VIEIRA1.
Graduação em Engenharia Mecatrônica – Faculdade de Engenharia Mecânica/ UNICAMP1
Pós-graduação em Biologia – Instituto de Biologia/ U
O saco plástico é um dos mais conhecidos problemas ambientais no mundo. Cidades como
São Francisco (Estados Unidos) e Rio de Janeiro (Brasil) buscam soluções para esse dilema, embora
ainda não obtivessem sucesso. Alternativas usadas em cidades alemãs, onde os sacos plásticos são
cobrados diretamente dos consumidores, dando-lhes a opção de uso, acabam por reduzir o problema e
possibilitar uma consciência ambiental aos cidadãos. O presente trabalho teve por objetivos a
realização de um levantamento do perfil do problema da utilização de sacolas plásticas e proposição de
possíveis soluções, utilizando-se para tal de uma pesquisa de campo-opinião em supermercados que
adotam ou não a iniciativa. Consideramos praticamente impossível uma mudança imediata do cenário
atual sem uma intervenção estatal direta, acompanhada de medidas educacionais e culturais visando a
conscientização a longo prazo.

A Sala Verde realiza parceria com Empresas de Setores diversos localizadas no Municipio de Várzea Grande como um chamado para a responsabilidade social e ambiental das mesmas. A Parceria está sendo desenvolvida, no sentido de que, cada empresa invista na confecção de sacolas ecológicas retornáveis personalizada com sua logomarca. As sacolas serão doadas em uma campanha de sensibilização de populares contribuindo assim, com a redução das sacolas plásticas de supermercados. É possível com um simples ato de levar consigo uma sacola de mercardo " De volta ao passado " para trazer benefícios ao ambiente- saúde-qualidade de vida.

Profª. Tereza Cunha

Coordenadora da Sala Verde


Ler é Preciso

O Projeto Biblio SESC visita as EMEBs de Várzea Grande em parceria com a SMEC/Sala Verde/MMA.


Objetivos


Encurtar o caminho entre o aluno e os livros, ou seja para estimular a o prazer pela leitura é preciso oferecer livros e a socialização entre a escola os projetos sociais e ambientais.

As EMEBs Maria Pedrosa - parque Sabiá ; Tenente Abílio; Senhora Dirce Leite; Profª Líbia da Costa; Nair de Oliveira; Maria Barbosa e Maria de Lourdes foram contempladas com a Ação Socio educacional do SESC MT.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Dicas de plantio de mudas de árvores


País produz 18 bilhões de sacolas plásticas
Jornal Estado de S.Paulo - 03/03/2009


O Brasil produziu cerca de 18 bilhões de sacolas plásticas em 2007, a maioria fabricada com polietileno - produto derivado do petróleo que demora aproximadamente 500 anos para se decompor. Mais de 1 bilhão de sacolas são distribuídas todo mês pelos supermercados; 80% delas viram sacos de lixo doméstico e vão parar em aterros sanitários. Para tentar minimizar esse impacto, têm surgido no mercado campanhas com o objetivo de reduzir o uso das sacolas de plástico ou substituí-las por material oxibiodegradável, biodegradável e até retornável. Não há, no entanto, consenso entre especialistas e pesquisadores sobre qual seria a melhor solução, seja por falta de estudos científicos conclusivos ou pela concorrência da indústria plástica, que, só em 2007, movimentou US$ 18,7 bilhões.Apresentadas como "totalmente degradáveis" pelos fabricantes, as sacolas oxibiodegradáveis, por exemplo, dividem opiniões sobre as possíveis consequências de seu descarte. Feitas com a mesma matéria-prima das plásticas, elas recebem um aditivo pró-oxidante com sais metálicos, que acelera a degradação. Segundo a RES Brasil, distribuidora de um dos aditivos (o d2w) no País, a degradação ocorre em 18 meses. Há especialistas que contestam o benefício, alegando que os aditivos também poluem. "A realidade é que as sacolas plásticas quase nunca são recicladas devido ao seu baixo valor agregado", afirma o presidente da RES Brasil, Eduardo Van Roost.Representante da cadeia produtiva do setor plástico, a Plastivida critica o uso dos oxibiodegradáveis. "Mesmo os biodegradáveis precisam ser coletados e ter condições adequadas para se decompor", diz o presidente da entidade, Francisco de Assis Esmeraldo, que defende a reciclagem. "Um quilo de plástico equivale a um litro de diesel. Esse potencial não deveria ser desperdiçado."Em estudo publicado no mês passado na revista Polymer Engineering and Science, o professor Guilhermino Fechine, do Departamento de Engenharia de Materiais da Universidade Mackenzie, contesta a tese de degradação completa dos plásticos com aditivo. Ele comparou amostras de polipropileno, uma delas com pró-oxidante, com o plástico biodegradável. As amostras foram submetidas à radiação ultravioleta por 480 horas e, depois, enterradas no solo por 56 dias. Segundo Fechine, o oxibiodegradável se fragmentou, mas não totalmente. Em contrapartida, o engenheiro químico Telmo Ojeda testou os oxibiodegradáveis e obteve resultado favorável ao material. Ojeda usou critérios diferentes dos de Fechine, inclusive com exposição natural do produto por 12 meses. Para a especialista Lucia Mei, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o tema requer mais pesquisa. "Recomendaria mais estudos para termos estatísticas sobre sua decomposição final na natureza."Produzidas com derivados do amido ou da cana-de-açúcar, as sacolas biodegradáveis demoram, em média, um ano para se decompor totalmente na natureza, mas ainda não são fabricadas em escala comercial no Brasil. "As propriedades mecânicas desses polímeros e o custo dificultam a produção do plástico filme, usado para fazer esse tipo de sacola", diz o professor Antônio Aprígio, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos.Outra opção verde é o polietileno à base de cana, já produzido no País. Ele não é biodegradável e também custa mais caro, mas sua fonte é renovável. O diretor do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, Helio Mattar, considera as sacolas retornáveis - de pano ou plástico mais resistente - como a melhor solução para substituir as de plástico. "Com sacolas duráveis, o consumidor contribui para diminuir o lixo e evita que se gaste energia e recursos naturais na produção de sacolas descartáveis", diz.O brasileiro consome cerca de 66 sacolas plásticas por mês. Nessa estatística entram pessoas como a motorista Antônia Emydio de Souza, que saiu de um supermercado da zona oeste de São Paulo com o carrinho cheio de sacolinhas. "Foi o que me ofereceram. Sou contra essa embalagem, mas temos esse comodismo." O funcionário público Jair Martins, que fez compras no mesmo local, utilizou sacolas de papelão. "É a primeira vez que me oferecem essas sacolas. O ideal é que fossem oferecidas sempre, mas certamente isso se refletiria no preço."
Tereza Cunha
Coordenadora Sala Verde

Participação em Evento - Katoomba Meeting MT




Equipe Sala Verde participa de evento sobre crédito de carbono e Biodiversidade




ATIVIDADES DA SALA VERDE







Imagens

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Atividades da Sala Verde


Imagens de Projeto de Arborização/reciclagem na Unidade de Ensino Municipal de Várzea Grande MT
Escola Pe. Luiz Ghisoni

Atividades de Escolas Projeto Árvore Amiga



Imagens